Ouvindo os trabalhadores: a Educação tem voz no Comitê 4013
Professor, professora, merendeira, porteiro, ASG, analista, administrativo, terceirizado e quem faz a escola funcionar: no dia 8 de setembro, às 18h, no Comitê 4013, Rinaldo Junior abre uma escuta com os trabalhadores da educação de Pernambuco. A reunião é para ouvir quem faz a Educação em Pernambuco, debater as demandas da categoria e construir, juntos, as diretrizes de um plano de trabalho para o mandato de deputado federal.
As situações que chegam todo dia até a sala de aula e o pátio precisam estar nessa mesa. Piso Nacional ainda não vira salário de verdade. Carreira travada, PCCR incompleto e concurso que não chama quem já passou. Professor temporário brigando na Justiça pelo mesmo piso do efetivo. Terceirizado da educação com FGTS atrasado, férias acumuladas e contrato que esconde direito. Escola desabando, estudantes e profissionais com calor, mofo, banheiro precário e merenda que não dignifica o aluno. Inclusão sem Libras, sem Braille e sem apoio em sala. Fundeb e Fundef que não podem ser desidratados e creches que não passam de promessa eleitoreira.

Rinaldo Junior vem da luta sindical e sabe que educação não é só quadro. É quem ensina, quem limpa, quem porta, quem cozinha e quem segura a rede quando falta gente. Por isso a escuta não é de um segmento só: é da categoria inteira. Cada GRE, cada município e cada função tem uma dor diferente. Quem vive isso precisa falar sem intermediário.
Deputado federal não nomeia professor nem reforma a escola, mas é em Brasília que se segura o piso nacional, o Fundeb, a merenda, o transporte, as reformas e a ampliação das redes. Rinaldo apresenta o que pode defender no Congresso e leva a pauta de vocês para o mandato.
Dessa conversa vão sair as diretrizes. Rinaldo apresenta o que um deputado federal pode fazer — lei do piso, financiamento, merenda, obra, direito de quem está na ponta — e leva a pauta de vocês para o mandato.
8 de setembro, 18h, Comitê 4013.
Traga a realidade da sua escola. A pauta da educação de Pernambuco se escreve com quem trabalha.
Quem vive a educação não pode ficar de fora.
