Quando a violência contra a mulher vira número, alguém precisa transformar indignação em lei
O Brasil continua enterrando mulheres. Os dados de feminicídio e de violência doméstica seguem alarmantes em vários estados, inclusive em Pernambuco. Delegacias da Mulher que fecham à noite, medidas protetivas que não impedem o crime e uma rede de acolhimento ainda insuficiente formam o cenário que milhares de mulheres enfrentam todos os dias.
É nesse contexto que a atuação parlamentar deixa de ser detalhe e vira necessidade.
Na Câmara do Recife, Rinaldo Junior tem tratado a pauta das mulheres não como bandeira isolada, mas como parte de uma visão mais ampla de proteção à família e à dignidade de quem trabalha. Como presidente da Comissão de Legislação e Justiça, ele conduziu a análise e a aprovação de projetos voltados ao enfrentamento da violência contra a mulher, inclusive proposições relacionadas à violência política de gênero.
Mais do que discursos, o mandato tem buscado garantir que o poder público municipal cumpra seu papel: criar condições reais de acolhimento, fiscalizar a aplicação das leis existentes e fortalecer as políticas que chegam às mulheres em situação de risco e às suas famílias.
Rinaldo Junior parte de um entendimento simples: quem defende o trabalhador também precisa defender a mulher que sustenta a casa, cuida dos filhos e, muitas vezes, é a primeira a sofrer as consequências da violência e da precariedade. A luta por direitos trabalhistas e a luta por proteção às mulheres não caminham separadas. Elas se encontram na mesma necessidade de um Estado que não abandone quem mais precisa.
Enquanto o país discute números e omissões, o vereador tem usado o espaço institucional que ocupa para fazer avançar proposições concretas. Porque proteger a mulher não é pauta de um dia. É dever permanente de quem legisla.
